Quais revestimentos são indicados para a parte interna da piscina?

Apesar de existirem piscinas sem revestimento, como as que vemos eventualmente em algumas casas bastante antigas, a maior parte delas é revestida com algum material. Esse revestimento é aplicado por três fatores: o estético, afinal é o que vai dar a cara final da piscina e que vai ditar a cor e o aspecto que a água assumirá; o higiênico, visto que os materiais apropriados não deixam a sujeira se fixar na superfície, além de evitar o surgimento de fungos, responsáveis por aquelas manchas esverdeadas no concreto e nos rejuntes; e a própria conservação da impermeabilização da piscina.

Piscina com Pedra Hijau, da Palimanan.

 

Há no mercado uma gama enorme de materiais para o revestimento das piscinas. Para a escolha é importante se atentar para algumas características de cada opção.

Na hora da compra é importante lembrar que os produtos para piscinas devem atender a exigências específicas como resistir a variações de temperatura, à exposição aos produtos químicos de tratamento da água e de limpeza da piscina, a ficar submerso e à exposição prolongada aos raios ultravioleta do sol.

Linha Atérmica, da Castelatto, também pode ser usada no interior de piscinas; normalmente aplicada a escadas e bordas, por ser antiderrapante e não reter calor.

 

Devemos ainda considerar que a estrutura da piscina pode se movimentar um pouco ao longo dos anos e o revestimento com o rejunte deve suportar essa movimentação sem se romper. Além disso, quanto maior a quantidade de rejuntes, mais suscetível aos fungos a piscina estará. Logo, quanto maiores forem as peças e quanto menor a quantidade de rejunte, melhor. Apesar disso, as pastilhas são muito populares graças ao seu resultado plástico. Vamos a algumas das opções:

Pastilhas de vidro

Pastilhas de vidro da coleção Gail Vitra, inspiradas em pedras brasileiras.

 

As pastilhas de vidro são outro material bastante comum para o revestimento de piscinas. Normalmente são mais caras do que a cerâmica e o azulejo, e a instalação demanda mão de obra especializada para evitar que as placas fiquem filmadas (ou seja, apareça na superfície o que está por trás do revestimento) após a colocação, ou que as pecinhas se soltem ao longo do tempo.

Devido ao tamanho reduzido das pastilhas, a quantidade de rejunte é grande, o que pode prejudicar a assepsia da piscina. Entretanto, como o aspecto final é muito bonito, muitas vezes as pastilhas de vidro são as escolhidas.

As pastilhas de vidro são produzidas em uma incrível variedade de cores e padrões. Translúcidas, elas podem ser incolores ou coloridas, e ainda é possível criar desenhos executados como mosaico especialmente para a sua piscina. A criatividade é o limite para este material.

Assegure-se de ter mão de obra especializada e de usar argamassa e rejunte específicos para pastilhas de vidro. 

Pedras

Piscina verde revestida de pedras naturais, Palimanan

 

Usar pedras decorativas em piscinas é bem menos comum do que cerâmicas ou azulejos, mas algumas delas são adequadas e têm como grande apelo a originalidade.

Entre as indicadas estão as pedras vulcânicas, como a hijau, que possui aspecto liso e mantém a água com uma tonalidade azulada ou esverdeada. A pedra mineira faz com que a piscina assuma uma aparência diferente, mais amarelada, da cor da pedra. É uma solução que pode ficar muito interessante -se bem projetada.

Logo as opções para o revestimento da sua piscina são diversas. Preste atenção para a qualidade dos materiais e para a resistência ao sol, à abrasão e aos produtos químicos. Lembre-se que alguns materiais demandam mais manutenção do que outros. Pense em qual é a aparência que você deseja para a sua piscina, qual a cor da água, se deseja desenhos especiais ou materiais inusitados. Faça um bom projeto -e bons mergulhos.

Revestimentos cerâmicos diversos

Piscina em pastilhas de porcelana KeraPorcelain, da Gail.

 

Como muitos dos azulejos feitos para banheiros não atendem a todas exigências a que são submetidos os revestimentos para piscinas, a indústria da cerâmica criou uma série de produtos específicos para este fim.

Há cerâmicas de diversos tamanhos e cores. Elas podem ser esmaltadas ou ter um aspecto mais fosco. Podem ainda apresentar uma aparência de ferrugem, ouro, etc. São inúmeras as opções e muitos os fabricantes. A vantagem dessas linhas especiais para piscina é o fato de resistirem melhor aos raios ultravioletas do sol, à abrasão, aos produtos químicos e à movimentação da estrutura da piscina.

Muitos desses produtos ainda apresentam uma linha mais completa, composta de peças específicas para os cantos e para as bordas, além de argamassas de assentamento mais flexíveis e rejuntes mais eficientes e que não acumulam tanta sujeira, e são imunes ao crescimento dos fungos.

Não à toa, piscinas públicas ou de competição são sempre revestidas com cerâmicas específicas.

Azulejo

Um dos revestimentos mais comuns para piscinas é o tradicional azulejo. É um produto relativamente barato e existe em diversos formatos e cores há muito tempo. A forma de aplicação é idêntica à feita em banheiros e outras áreas molhadas, por isso há muita mão de obra disponível, o que barateia o serviço.

Dependendo da cor escolhida, a água assumirá uma tonalidade mais transparente, mais azulada ou mais esverdeada. Antes de escolher a cor e o formato do azulejo, faça uma pesquisa para ver qual o aspecto da água que mais lhe agrada.

Revestimentos vinílicos

Há algumas empresas especializadas na construção de piscinas com revestimento vinílico. A piscina é construída de modo convencional e o vinil é aplicado sobre o concreto.

Muitas vezes esse sistema acaba sendo mais barato que o tradicional revestimento cerâmico pelo fato do vinil ser aplicado de uma maneira mais rápida e industrializada. Além disso, o próprio vinil funciona como impermeabilizante, o que reduz uma das etapas de construção da piscina.

Se houver necessidade de manutenção do tanque da piscina ou eventuais furos no vinil, entretanto, é preciso chamar empresas especializadas para fazer os reparos.

Há inúmeros padrões e cores para os acabamentos vinílicos, que podem ser produzidos com desenhos personalizados para a sua piscina. Tem preço mais acessível, dispensa rejunte e a limpeza é muito fácil.

Casa com integração total e grandes fachadas de vidro

Escada que parece escultura, pé-direito duplo e bancadas de concreto fazem dessa casa, em terreno estreito, uma escultura de morar.

 

O-X-estrutural-igualmente-de-concreto-elemento-construtivo-com-status-de-obra-de-arte.

 

Esta é uma típica história de amor à primeira vista. “Quando entrei (na casa), tive certeza: era onde eu queria viver”, diz o empresário paulistano. O sentimento imediato tem uma explicação racional – dono de uma galeria de arte, ele soube apreciar qualidades que a construção esbanja. “Fiquei fascinado com a luminosidade entrando por todos lados, com a elegância das linhas e com o X de concreto, uma verdadeira escultura na sala”, fala. Para além das questões estéticas, pesou o bom aproveitamento do espaço, que demonstra: casa pequena não é sinônimo de aperto.

 

O jardim equipado com churrasqueira combina vegetação e deck de ripas de cumaru, pregadas em barrotes de peroba. Paisagismo de André Paoliello.

 

O encantamento do morador denota que os autores do projeto, Gregory Bousquet, Carolina Bueno, Guillaume Sibaud e Olivier Rafaelli, do escritório paulistano Triptyque, acertaram na fórmula. “Fomos contratados por um investidor, que ergueu a construção para vender. Como não sabíamos quem ia viver lá, apostamos em elementos neutros e na boa arquitetura: claridade e ventilação abundantes, desenho bem resolvido e conforto”, explica Olivier. Todas escolhas aprovadas sem ressalvas pelo proprietário. “Não troquei uma torneira sequer, uma maçaneta, nada. Acho que nem eu mesmo teria planejado uma casa tão parecida comigo.”

 

Acabamentos neutros – como os tacos de cumaru (Pau-Pau Pisos de Madeira), a escada de concreto e a pintura branca – destacam as obras de arte.

 

O PROJETO

Soluções desta casa pequena:

Vidros: como não criam barreiras visuais, eles proporcionam a sensação de amplitude.

Jardim integrado: se houver ambientes ao ar livre, promover a ligação do espaço interno com eles é uma solução que parece estender a metragem da moradia. Vale adotar caixilhos que se recolham inteiramente para um lado ou outro, liberando totalmente os vãos.

Portas de correr: internamente, elas sempre ajudam a integrar os espaços. aqui, dividem a sala da cozinha, e são abertas ou fechadas conforme o desejo de privacidade do morador.

Paginação do piso: a colocação dos tacos no sentido longitudinal alonga visualmente os cômodos.

 

Cercada de portas de correr, a cozinha integrada à sala, com piso de ladrilhos hidráulicos (H Cerâmica).

 

O projeto é homogêneo – repare como o banheiro repete os ladrilhos hidráulicos e o concreto aparente da cozinha. Nas paredes, a pintura epóxi, resistente à umidade, aparece até dentro do boxe. Louças, misturador e chuveiro da Deca.

Área: 193 M2; Ano do projeto: 2009; Conclusão da obra: 2010; Projeto: Triptyque Arquitetura; Engenheiro calculista: Rioske Kanno; Execução: Bassani Arquitetura e Construção

Fonta: Revista Casa Abril - Reportagem Eliana Medina (visual) e Rosele Martins (texto) | Design Júlia Blumenschei | Fotos Eduardo Pozella | Ilustrações Campoy Estúdio

Como fazer uma boa iluminação em ambientes com e sem forro de gesso

Um projeto luminotécnico depende da escolha certa das lâmpadas. Aliadas às luminárias, elas podem criar efeitos de luz que deixará seus ambientes agradáveis

Texto Daniella Grinbergas | Reportagem Visual Fernanda de Castro Lima e Bianca da Silva Pereira (Colaboração) | Ilustrações Fabio Flaks

É claro que as luminárias contam muitos pontos na decoração e também ajudam a criar efeitos de luz, mas, ao contrário da crença geral, elas não são as estrelas de um projeto luminotécnico. A definição mais importante se refere às lâmpadas, as verdadeiras protagonistas dessa história. A escolha correta é o primeiro passo rumo à conquista de ambientes confortáveis, com iluminação na medida. Só então chega a vez de se esbaldar entre os inúmeros spots e lustres, comprando aqueles que se adequam às lâmpadas eleitas.

 

Como iluminar ambientes com forro de gesso

 

Iluminação para ambientes com forro de gesso

Iluminação para ambientes com forro de gesso.

O espaço é conjunto, mas não pense que a iluminação pode ser geral ou abranger mais de uma área. Cada um dos locais pede determinado tipo de luz, de acordo com o uso, portanto trate-os isoladamente.

- “A vantagem do gesso é a flexibilidade. É possível trabalhar os circuitos, fazer novos pontos de luz e sancas”, explica o arquiteto e lighting designer Carlos Fortes. Note que, na primeira sala, o forro com sanca delimita o estar e produz iluminação indireta – discreta e sem sombras marcantes. O aspecto negativo é o custo: por um projeto como este, com cerca de 15 m², a AY Gesso cobraria R$ 3 910.

- No jantar, o importante é ter uma luminária bem acima da mesa (a 60 cm do tampo), um modelo que não provoque áreas de sombra, nem ofusque quem está sentado. “O modelo mais comum é o pendente de luz direta”, ensina o especialista.

1.Pendente Aruba roomstylers (Philips), de metal escovado e tecido (0,40 x 1,50 m*). O soquete de rosca E-27 permite acoplar uma lâmpada incandescente de até 75 w, uma fluorescente compacta ou LED. Luz Etc , R$ 246,15

2.O 225701 tem spot direcionável com moldura de alumínio (9 x 9 cm). Recebe dicroica ou AR 48, ambas de 50 w. Sobre o balcão e a TV no estar, há lâmpadas com 10 graus de angulação e, na cozinha e no corredor, de 60 graus. Labluz, R$ 32

3.Na mesa lateral vai o abajur Krin (TYG). De alumínio com pintura na cor lavanda, oferece base de rosca E-27 para uma incandescente de até 40 w, uma fluorescente compacta ou LED. Mede 14 x 50 cm. Futura Iluminação, R$ 158

4.No estar, o efeito de “lavar a parede” atrás do sofá é dado pela luminária No frame total ww (11,7 x 11,7 x 12,8 cm**), de aço dobrado, com visor de vidro temperado translúcido. Para palito bipino de 100 w. Lumini, R$ 135,86

 

Com ou sem forro: essas dicas valem sempre

 

Iluminação sem forro de gessa

Iluminação para ambientes sem forro de gesso.

 

Observe o primeiro projeto: para o efeito dirigido – quando o foco é orientado para destacar algo – sobre a bancada, há lâmpadas de 10 graus, de facho bem fechado. No corredor para os quartos, usou-se a mesma luminária, porém com lâmpada de 60 graus. “Quanto mais aberto o ângulo, mais a luz se espalha”, diz o arquiteto, que ainda sugere um abajur ao lado do estofado para dar um clima intimista.

- A cozinha pede luz geral difusa – suave e sem foco direto, gerada por um difusor, que pode ser um vidro fosco ou acrílico –, além de pontos com lâmpadas de grau fechado sobre as áreas de trabalho.

- O espaço total é enxuto e aberto. Por esse motivo, não recomenda pendentes acima do balcão, o que sobrecarregaria a decoração e atrapalharia o campo de visão.

- Em uma área integrada, a premissa é buscar a mesma linguagem visual entre as luminárias. “Use materiais idênticos nos produtos técnicos, como spots e embutidos, e varie no abajur e no pendente, peças em que é possível jogar com cores.”

- Em locais de passagem, evite as fluorescentes: apesar de econômicas, têm sua vida útil reduzida com o acender e apagar frequente.

- Uma dica para ganhar aconchego está nas lâmpadas de temperaturas de cores quentes – as de 2 700 a 3 000 kelvin (k) são mais amareladas.

1.Da canopla à base da cúpula de tecido (30 cm de diâmetro), a estrutura de aço do Allungare (ref. 60010) tem curvatura de 30 cm. É para duas lâmpadas incandescentes (60 w) ou fluorescentes (23 w) com soquete de rosca E-27. Ella, R$ 510

2.De alumínio tingido de branco, a luminária de sobrepor Box luce (ref. 50701) mede 7,6 x 7,6 x 11,2 cm e foi indicada para a cozinha e o corredor. O soquete bipino aceita halopin de 60 w ou PAR 16 (50 w). Ella, R$ 65

3.A luminária de mesa Aurora está a serviço de colorir o ambiente. Produzido em metal com pintura vermelha, o abajur de 16 x 46 cm recebe lâmpada de 60 w e possui soquete E-27. Oppa , R$ 199 

4.O plafon orientável PSL 400 (11 x 11 x 11 cm), de alumínio, tem acabamento branco. É compatível com dicroica de 50 w, PAR 20, PAR 30, AR 70 e AR 111 (neste caso, previu-se a dicroica de 50 w). Luminárias Premiere, R$ 54,80

 

Como iluminar ambientes sem forro de gesso

Na sala, sem forro rebaixado, o ponto de luz descentralizado não causou problemas: uma luminária dotada de braço desloca a cúpula até o centro da mesa. Outra opção seria adotar um desviador – trata-se de um acessório simples, que, fixado no teto, conduz o fio do pendente até a posição correta.

- Todo conforto é necessário no estar. “Vale combinar iluminação direta – que lança a claridade para baixo – com pontual – focada em quadros e objetos”, ensina Carlos. Em ambas as situações foram previstos spots direcionáveis, porém perceba que nenhum se volta para o sofá, evitando ofuscamento e calor.

 

Escolha a lâmpada certa

INCANDESCENTES

Gastam muita energia e são pouco eficientes, pois apenas 5% da eletricidade que usam se torna luz – o resto vira calor. Têm os dias contados: até o fim do ano, os modelos acima de 101 w deixarão de ser vendidos. Os demais acabam até 2017.

Incandescente de 60 w, da Taschibra. Balaroti, R$ 2,07

 

FLUORESCENTES

Dividem-se entre compactas – que incluem um reator e encaixam nos mesmos soquetes das incandescentes – e tubulares – que precisam de reator auxiliar. consomem 80% menos energia que as incandescentes, entretanto, a maioria dos modelos emite luz fria. Têm baixo índice de reprodução de cor, de 70% a 80% (o irc indica a capacidade que a luz tem de exibir fielmente as cores). recomendadas para cômodos que exigem claridade intensa e constante, como escritórios e cozinhas.

 

Fluorescente compacta espiral de 25 w, da Taschibra. Taqi , R$ 11,76.

 

HALÓGENAS

- Aqui estão elas: dicroica, par, ar, halopin e palito. são as que melhor reproduzem as cores, contudo gastam apenas 30% menos que as incandescentes. com luz amarelada, vão bem em salas, mas como esquentam bastante, não devem ser direcionadas para sofás e poltronas, nem usadas em muitos pontos. em quartos, se saem melhor em luminárias com efeito difusor.

- Por ser de baixa voltagem, a dicroica pede um transformador. Gera luz mais brilhante, pois tem um refletor parabólico. a PAR (sigla em português de “refletor parabólico aluminizado”), também refletora, possui um vidro que protege a lâmpada, razão para ser usada em banheiros e jardins. a AR (sigla para “refletora aluminizada”) apresenta facho bem definido e ofusca menos. Já a menor da turma, a halopin, tem potência e voltagem baixas, por isso clareia cantinhos, gastando pouca energia. A palito, ou lapiseira, joga a luz para cima.

Halopin bipino de 50 w, da Taschibra. Amoedo , R$ 9,32

LED

- Sigla em inglês para “diodo emissor de luz”. na verdade, não é uma lâmpada, mas ilumina. Oferece tecnologia avançada, até 50 anos de vida útil (dependendo da qualidade), economia (gasta 80% menos que as incandescentes) e boa luminosidade. aquece pouco, tem irc de 85% e é encontrado em tonalidades e formatos variados (de dicroica, por exemplo). combina com qualquer ambiente. O ponto fraco está no preço, ainda alto, todavia com tendência a cair.

De LED, modelo Master ledbulb, de 8 w, da Philips. Home Light, R$ 129,90

 

Fonte: http://casa.abril.com.br

Consultoria: Laboratório de Fotometria Iee/Usp, Engenheiro José Gil Oliveira

Quatro lavanderias com boas bancadas e materiais resistentes

As quatro lavanderias a seguir apostam em cores, bancadas sob medida e materiais resistentes ao dia a dia.

Arquiteto: Tito Ficarreli / Foto: Gabriel Arantes

Anexo compacto. O arquiteto Tito Ficarreli, do escritório paulistano Arkitito, aproveitou ao máximo o terreno enxuto. No canto do quintal, ele ergueu um anexo de 23 m2 paraabrigar a lavanderia, guardar a bicicleta e os itens de jardinagem. “Como fca na entrada, não preciso entrar na casa para acessar a área de serviço”, diz Tito. “Quando fechadas, as portas de correr formam uma estufa que ajuda a secar as roupas”, completa. Os acabamentos deram graça ao espaço. as esquadrias (Van-Mar) de alumínio com pintura eletrostática trazem vidro aramado e a fachada ganhou tinta acrílica roxa (plum brown, da Sherwin-Williams). Na parede, azulejos brancos comuns da Cecrisa. Torneira e tanque de louça (ref. TQ.03, R$ 299) da Deca

 

Arquiteta: Carolina Casciano / Foto: Luis Gomes

Vermelho lúdico. “O tom da lavadora [LG] defniu a cor da marcenaria”, diz a arquiteta Carolina Casciano, autora da reforma desta casa paulistana. Como não há janela no local, asportas dos armários têm círculos vazados (5 a 20 cm de diâmetro), que auxiliam na ventilação. Os módulos, feitos pela marcenaria Satinne com MDF e laminados (duratex e Formica), não deixam nada fora do lugar. Sob a bancada de granito preto (Pedras Faro), ficam os baldes e os aramados para roupas sujas e as passadas. O armário superior organiza os produtos de pouco uso, enquanto os verticais guardam vassouras e casacos do morador motociclista. Cuba de louça multiúso (ref. l116, R$ 1 422) e torneira Link (R$ 147), da Deca. Balde azul da Utilplast.

 

Designer de interiores: Daniela Marim / Foto: Salvador Cordaro

Soluções exatas. Pegado à cozinha, este espaço ganhou instalações sob medida. A designer de interiores paulista Daniela Marim projetou uma bancada de Corian (DuPont), daSiligram, com tanque e tábua de passar. “Ao deslizar o tampo, encontram-se quatro nichos para deixar as roupas de molho”, explica. Outro destaque: varal de alumínio com dez varetas que descem individualmente (1,20 m, r$ 345, na mazzonetto). A torneira com bica móvel Talis S Variarc custa R$ 1 278, na Hansgrohe. No piso, réguas de PVC AcquaFloor (Pertech) parecem madeira e resistem à àgua. Cerâmica da decortiles (Nova arte) forra as paredes. O jardim de suculentas fca em caixas de madeira de demolição (Cofemobile).
Arquiteta: Rita Müller de Almeida / Foto: Cacá Bratke

Clara e prática. Para renovar esta lavanderia, a dona do apartamento em São Paulo encomendou uma reforma à arquiteta Rita Müller de Almeida. “A bancada longa de granitobranco polar [Túlio Mármores] rendeu lugar até para passar roupas”, conta a arquiteta. Sob a base com 2,85 m de extensão e tanque embutido de inox (ref. 11468, Franke, por R$ 440, na Enjoy House), Rita alocou uma secadora e um frigobar, além do armário (Binna) no centro. À direita do móvel superior, fixou-se um cabideiro, a 64 cm do tampo, que acomoda camisas passadas. Na outra ponta, fica o varal de alumínio com dez varetas, acessadas uma a uma (da Bertollini, mede 1 m e vale R$ 394, na Classic Fechaduras).

 

Fonte: http://casa.abril.com.br

Telhas translúcidas: 12 modelos que deixam a luz entrar

Saiba por que vale apostar nas telhas translúcidas feitas de acrílico, pet reciclado, vidro ou policarbonato.

Aquele cantinho escuro da casa tem solução – e sustentável! Usados em meio às outras telhas da cobertura, os modelos transparentes agem como ilhas de claridade. “São efcientes transmissores da luz natural e oferecem resistência a temperaturas altas e baixas”, observa a arquiteta Ana Perlla, sócia de José Júnior, de Belém.

1. A telha americana de policarbonato da Atco mede 25 x 42 cm. A inclinação ideal para instalação é de 30%. Para cobrir 1 m², são necessárias 12 unidades. Custa R$ 20 cada uma.

2. Portuguesa de vidro reciclado (22 x 40 cm), a telha da Vidroluz vai bem onde o caimento tem no mínimo 30%. Cerca de 16 peças fecham 1 m². Por R$ 18,40 cada uma, na Cia. das Telhas.

3. Azul, a telha AL trapezoidalda Brasilvic é feita de PVC. Tem 110 cm de largura e o comprimento (até 12 m) varia de acordo com o projeto. Funciona mesmo em coberturas planas. Fechar 1 m² sai por cerca de R$ 31.

4. Da Tégula, modelo Plana de acrílico, com 33 x 42 cm. Pede caimento de 50%. É preciso somar 10,4 telhas para cobrir 1 m². Preço: R$ 65,44 por unidade.

5. A Prime T, de vidro, mede 33 x 42 cm e 1 m² leva 9,3 telhas, inclinadas a 30%. O valor da unidade fica em R$ 36, na Ibravir.

6. Da Belmetal, o modelo trapézio industrial é composto de policarbonato branco e leitoso. Grande, a peça mede 5,80 x 1,12 m e apenas uma delas cobre 5,80 m². O caimento mínimo é de 5%. R$ 242 cada uma.

7. O modelo Onduclair, da Onduline (95 x 200 cm), é feito de policarbonato e pede ao menos 18% de inclinação. Basta 0,66 unidade por m². Cada uma vale R$ 115.

8. De policarbonato, a Ondulada Cristal mede 5,80 x 1,10 m e cobre 5,80 m². O caimento mínimo é de 5%. Da Belmetal, custa R$ 225.

9. Para fechar 1 m² com a telha romana da Prismatic, são necessárias 10,5 unidades de 29 x 48 cm. O caimento exigido é de 30%. À venda na Cia. das Telhas por R$ 69 a unidade.

10. Feito de vidro, o modelo colonial gigante (21 x 56 cm) da Prismatic deve ser instalado com ao menos 20% de inclinação. Fecha-se 1 m² com 16 unidades, à venda por R$ 53 cada uma, na Cia. das Telhas.

11. Da Eurotop, a telha romana (29 x 48 cm) leva pet reciclado injetado. Em 1 m² são usadas 10,5 peças – sempre em coberturas de ao menos 30%. Preço médio: R$ 22 cada uma.

12. A linha Double S, da Tégula, é de acrílico e mede 33 x 42 cm. Inclinação indicada: 30%. O m² requer 10,4 unidades. Custo: R$ 48,78 a peça.

O quesito temperatura merece atenção. “Uma grande área coberta com telhas transparentes tende a ficar mais quente do que uma forrada com telhas de concreto ou outro material. Isso se deve à passagem direta do calor do sol – não por causa da composição da peça”, explica o engenheiro Eduardo Tavares Carneiro, supervisor de desenvolvimento de produtos da Tégula. Por isso – e pelo custo mais alto, se comparado ao de alternativas opacas –, o ideal é aproveitar pontualmente os modelos translúcidos. Outras vantagens? “Aplicá-los no sótão evita a proliferação de morcegos e fungos na estrutura de madeira do telhado”, completa. Além das telhas de vidro e policarbonato, há opções de acrílico, pet reciclado e fibra de vidro. Antes da instalação, um arquiteto ou engenheiro devem avaliar a quantidade necessária de pontos a iluminar e o estado geral da cobertura. “Veja se a telha transparente encaixa nas já existentes e se a inclinação mínima do modelo está de acordo com a do telhado onde será instalada. Por fim, confria se o peso das peças será suportado”, ressalta o engenheiro Luiz Eduardo Lazzati, de São Paulo.

 

Fonte: Site casa abril – Reportagem Edson G. Medeiros (visual) e Simões Neto (texto) | Fotos Luis Gomes

Drywall – a parede de gesso fácil de instalar

O sistema drywall permite compor paredes e forros de ambientes internos, de forma rápida, com pouca sujeira e desperdício. Por isso conquista, a cada ano, mais adeptos no Brasil.

O drywall (do inglês, parede seca) é composto de placas com miolo de gesso envolto em papel-cartão, fixadas em estrutura de aço. O sistema, que chega praticamente pronto para instalar na obra, é a principal forma de construir há décadas na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Fabricantes de Chapas para Drywall (Associação Drywall), 39 milhões de m2 de placas de drywall foram consumidas em 2011. E o primeiro semestre de 2012 registra mais 10% de aumento em relação ao mesmo período do ano anterior.

Construtoras ganham tempo

A Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 movimentam o setor no país, que vê no sistema uma solução eficaz para vencer os prazos curtos para reformas de estádios e a construção de hotéis e shoppings. Mas não é de hoje que as grandes empresas descobriram suas facilidades e adotam o drywall na composição de paredes internas e forros, computando economia de 6% no custo das obras de edifícios comerciais e residenciais por causa de seus benefícios.

Sustentabilidade - Todos os componentes são recicláveis, e a matéria-prima do gesso (mineral gipsita) não gera resíduo tóxico. Além disso, um dos fabricantes, a Placo do Brasil, dispõe de unidade de reciclagem, reaproveitando o gesso na produção de novas placas de drywall e nas indústrias de cimento (o ingrediente atua como retardante na secagem do cimento) e agrícola (funciona como corretivo de acidez do solo).

Economia de água - Ao contrário do que acontece na alvenaria, a água não é necessária para erguer as paredes.

Redução no transporte - Por ser mais leve, o que ajuda a não gerar mais poluição vinda da circulação de caminhões.

Baixo desperdício - 5% contra até 30% nos métodos tradicionais.

Montagem rápida - Dois profissionais instalam 30 m² de drywall em um dia – mais 24 horas para que as juntas sequem totalmente e possam receber acabamento. Na alvenaria se gasta cerca de uma semana.

Método seguro - O sistema construtivo é embasado pela norma técnica (ABNT, NBR 15758) e pela de Desempenho de Edificações (ABNT, NBR 15575). O drywall permite composições que se encaixam em todos os níveis dessa norma.

 

Fonte: Site Casa Abril

Como fazer um home office em um quarto pequeno

Com portas de correr e bancadas bem projetadas o quarto pequeno de 2,70 x 2,45 m virou um escritório confortável.

Alinhadas, portas de correr economizam espaço e criam um corredor de circulação.

Não basta colocar uma mesa de trabalho no quarto de serviço para transformá-lo em escritório. além de aproveitar a área disponível, um home office deve considerar circulação, elétrica, iluminação e mobiliário funcional. Neste projeto de ampliação, para acomodar até duas pessoas, ganham-se 2,60 m2 de área, além de duas portas para a sala e para a área íntima, o que permite receber o cliente com privacidade. Numa casa, seria possível ainda substituir a janela por vidros laterais – evitando que a luz natural ofusque a visão de quem está trabalhando. Já a iluminação artificial inclui lâmpadas incandescentes no teto, luz tubular na sanca da estante, dicroicas dirigidas para o móvel-biblioteca e duas luminárias de mesa. Embutida no forro de gesso, a fiação desce (por um vão de 5 cm atrás do painel de madeira) até o piso, onde tomadas de elétrica, telefonia e internet são acessadas sob a bancada.

A bancada de trabalho deve ser posicionada em frente ao móvel-biblioteca. O tracejado indica as paredes demolidas.

 

Adotar um sistema aparente de trilhos e roldanas de aço inox (no lugar do kit embutido para portas de correr) custaria R$ 550 para cada uma das portas e elevaria os gastos em 5%.

 

Fonte: casa.abril.com.br

Inspiração – Os banheiros dos famosos

Conheça o ambiente mais reservado do lar de alguns dos mais descolados atores, estilistas e cantores do mundo: o banheiro.

Para você se inspirar nos materiais cores e estilos.

 

Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick

O banheiro do casal de atores Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick é simples e bonito. O designer Eric Hughes foi o responsável por este e por todos os outros ambientes da casa de praia, que fica em Bridgehampton, Nova York.
Foto: William Waldron / ElleDecor.com

Meg Ryan

O banheiro do casal de atores Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick é simples e bonito. O designer Eric Hughes foi o responsável por este e por todos os outros ambientes da casa de praia, que fica em Bridgehampton, Nova York.
Foto: William Waldron / ElleDecor.com

 

John Mayer

O popstar John Mayer tem um apartamento em Soho, Nova York. Fã dos ternos de Giorgio Armani, procurou a ajuda dos profissionais do Armani/Casa para decorar seu lar. Seu banheiro é minimalista e chique.
Foto: Simon Upton / ElleDecor.com

 

Courteney Cox

O banheiro da atriz Courteney Cox, a eterna Monica Geller do seriado Friends, é todo em tons de cinza e preto. Seu amigo Trip Haenisch foi o responsável pelo design de interiores da casa, em Malibu, nos Estados Unidos.
Foto: Simon Upton / ElleDecor.com

 

 Hilary Swank

O designer Mark Zeff foi responsável pelo projeto do banheiro, revestido com mármore travertino, da atriz Hilary Swank. O apartamento fica em Manhattan, nos Estados Unidos.
Foto: Simon Upton / ElleDecor.com

 

Ellen Pompeo

O designer Martyn Lawrence-Bullard criou um banheiro rústico e elegante para a atriz Ellen Pompeo. A escada de bambu e o banco de zinco deixam o ambiente, que fica em Hollywood, cheio de graça.
Foto: Tim Street-Porter / ElleDecor.com

 

Donatella Versace

A casa da estilista Donatella Versace em Milão, na Itália, é puro glamour. Prova disso é o banheiro, cheio de espelhos, com teto abobadado e até estátua de bronze.
Foto: Simon Upton / ElleDecor.com

 

Jennifer Aniston

A atriz Jennifer Aniston tem um spa em seu banheiro, todo revestido de madeira. Durante dois anos o designer Stephen Shadley trabalhou no projeto de sua casa, em Beverly Hills.
Foto: Scott Frances / ArchitecturalDigest.com

 

Madonna

A cantora Madonna provavelmente não tomará mais banho nesta banheira. Este apartamento, decorado por seu irmão Christopher G. Ciccon e localizado em Nova York, está à venda por 23,5 milhões de dólares.
Foto: Durston Saylor / ArchitecturalDigest.com

 

Brooke Shields

A banheira da atriz Brooke Shields fica próxima à janela. Sua casa, em Manhattan, foi decorada por David Flint.
Foto: William Waldron / ArchitecturalDigest.com

 

 

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

Torne sua casa mais segura

Nos dias de hoje, a segurança é um dos pontos que merece máxima atenção durante a reforma da casa. E, para que a residência seja considerada minimamente segura, são necessários alguns equipamentos.

Os sistemas de alarmes

Um sistema de alarmes pode evitar furtos e roubos por conta dos avisos sonoros que chamam a atenção. Os alarmes podem ser, principalmente, de dois tipos: monitorados e não-monitorados. No não-monitorado, o resultado que o usuário terá será somente de efeito moral e alerta da vizinhança. Já o monitorado informa que o imóvel está sendo violado para que alguém responsável tome as providências necessárias por meio de centrais.

Toda vez que o alarme for acionado, automaticamente é realizada uma chamada para a central de monitoramento que passa a observar todos os eventos que acontecem com o sistema. Qualquer tentativa de arrombamento ou sabotagem do sistema é informada à central que, imediatamente, entra em contato com o proprietário da casa.

Para um melhor aproveitamento do sistema, aconselha-se buscar ajuda profissional na escolha do tipo de sensor a ser instalado nos alarmes. Eles podem ser magnéticos, de impacto, infravermelhos e perimetrais.

Os magnéticos são utilizados em portas e janelas, ao passo que os de impacto funcionam perfeitamente em superfícies de vidro, madeira e ferro. Os sensores infravermelhos costumam ser instalados para detectar presença e movimento, enquanto os perimetrais estão nas cercas eletrificadas.

As cercas eletrificadas

As cercas eletrificadas mais comuns são aquelas com hastes de alumínio de quatro isoladores distantes um do outro em média 15cm. Para sua eletrificação, geralmente é utilizada uma central eletrônica de choque pulsativo de oito mil a 24 mil volts, com corrente muito baixa, em torno de 0,002 ampéres.

Entretanto, apesar de a quantidade de volts ser muito alta, o choque da cerca eletrificada não provoca danos a seres vivos, desde que não fiquem presos a elas. O choque pode provocar tremores nos membros afetados e o risco de acidente se reduz à queda de cima do muro. A instalação deve seguir as regulamentações de acordo com o plano diretor de cada cidade.

Portões automáticos

Por fim, os portões automáticos são de três tipos: deslizantes, pivotantes ou basculantes. Os deslizantes se movimentam sobre roldanas, os pivotantes se abrem como portas e os basculantes se levantam com ajuda de contra-pesos.

Fonte: http://bit.ly/S9sIKg

Calculo de tintas

O rendimento varia de marca para marca, do tipo utilizado (PVA, acrílica, elástica, etc…) e da quantidade de demãos que serão necessárias para a cobertura perfeita da superfície. O melhor a fazer é consultar as instruções do fabricante contidas no produto e calcular a área a ser pintada (altura x largura) descontando-se os vãos, como portas e janelas. Alguns fabricantes informam uma fórmula básica para descobrir quantos galões de tinta serão necessários. Adote a equação abaixo para tintas, fundos e massas, sem esquecer que o consumo por metro quadrado pode variar em função da porosidade da superfície e da técnica a ser empregada.

Para evitar desperdícios deixe a pintura para a última etapa, a pintura é o último passo de uma obra ou reforma, portanto deve ser iniciada apenas quando não há mais nenhum serviço a ser executado. Isso evita a perda com retoques ou outras demãos se houver necessidade de fazer a mudança, por exemplo, de um ponto elétrico.

Para quem for usar cores preparadas em misturadores é preciso aplicar no cálculo a margem de 10% a mais para não correr o risco de o produto acabar antes do fim da pintura, pois será difícil obter novamente a mesma tonalidade. Esse problema não ocorre com as cores prontas.